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A Mulher e seus Direitos Reprodutivos. Por que isso Importa?

O Dia Internacional da Mulher é uma data muito significativa. Este dia expressa a voz uníssona de mulheres na luta por seus DIREITOS e no RECONHECIMENTO de suas realizações e de seu papel na Sociedade. Se você consegue ver a dimensão deste tema e como ele diz respeito verdadeiramente a todas as mulheres, você precisa seguir lendo este post. Vamos falar da mulher e dos direitos reprodutivos.

A mulher e seus direitos reprodutivos Por que isso importa?

O acesso a saúde e direitos sexuais e reprodutivos abrangentes é um direito humano básico.

Mulheres e meninas em todo o mundo, especialmente aquelas que vivem em situações econômicas desfavoráveis, enfrentam acesso restrito e muitas vezes nenhum acesso à informações e serviços sobre sua saúde e seus direitos reprodutivos. Algumas das barreiras à saúde e aos direitos sexuais e reprodutivos incluem discriminação, estigma, leis e políticas restritivas e tradições arraigadas.

Os Direitos Reprodutivos são direitos humanos fundamentais, reconhecidos juridicamente, que remetem ao exercício da sexualidade e da reprodução humana numa perspectiva de igualdade e equidade (justiça) nas relações e que devem estar refletidos em políticas públicas de promoção, efetivação e implementação desses direitos.

Este conceito não deve ficar limitado ao campo da saúde sexual e reprodutiva.  Direitos reprodutivos devem refletir aspectos de cidadania plena, direitos sociais e uma dimensão política que estabeleça a prerrogativa de autonomia e liberdade das mulheres nas esferas da sexualidade e reprodução.

A conquista destes direitos em nossa sociedade continua lento, apesar da evidência de que esses direitos podem ter um efeito transformador, não apenas em mulheres individualmente, mas em famílias, comunidades e economias nacionais. A fim de promover a igualdade, todos nós devemos nos comprometer – plena e ativamente – com a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos de todas as mulheres, meninas e pessoas transgênero.

Podemos relacionar alguns desses direitos:

  • Direito de decidir sobre a reprodução sem sofrer discriminação, coerção, violência ou restrição ao número de filhos e intervalo entre seus nascimentos;
  • Direito de ter acesso à informação e aos meios para o exercício saudável e seguro da reprodução e sexualidade;
  • Direito a ter controle sobre seu próprio corpo;
  • Direito de exercer sua sexualidade sem ser discriminada ou violentada.

É devido ao fato disso importar muito que trouxemos este tema neste post para o Dia Internacional da Mulher. A ASTHA Cursos acredita que o direito das mulheres à educação sobre sexualidade e reprodução, ao controle de seu próprio corpo e acesso aos serviços de saúde de que precisa – independentemente de sua sexualidade, moradia, rendimentos ou etnia – é um direito fundamental.

Acreditamos que todas as mulheres, meninas e pessoas LGBT+ têm o direito de viver sem medo de violência ou discriminação, e devem ser capazes de tomar decisões reprodutivas e sobre sua sexualidade. E o caminho para as conquistas destes direitos, onde não existam, é a informação e educação relacionadas aos temas mais sensíveis.

No catálogo de cursos da ASTHA Cursos Especializados em Saúde damos a oportunidade de conhecer e saber sobre genética e hereditariedade e sobre triagem neonatal “teste do pezinho” e também sobre aromaterapia segura na gestação.

A cultura do silêncio para as questões sexuais, relegadas à esfera privada, e a adoção de estigmas em relação a determinados grupos, geram os estereótipos a partir dos quais as normas são moldadas em relação ao feminino e ao masculino. Esses são alguns dos muitos fatores que vêm dificultando a afirmação dos direitos sexuais, de forma independente, e trazendo sérias e danosas consequências para o delineamento de políticas públicas relacionadas ao exercício da sexualidade.

Fonte: ASTHA Cursos Especializados em Saúde

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