Dia Mundial da Conscientização sobre a Doença Falciforme

O Dia Mundial da Conscientização sobre Doença Falciforme é celebrado no dia 19 de junho de cada ano, para chamar atenção das pessoas sobre a doença falciforme e seus métodos de tratamento. A doença falciforme (DF) é uma desordem genética e hereditária que causa um defeito na produção da hemoglobina (a proteína encontrada dentro dos glóbulos vermelhos que confere a cor vermelha ao sangue e que é responsável pelo transporte de oxigênio em nosso corpo). A doença é mais incidente, mas não exclusiva, na população negra.

Normalmente, os glóbulos vermelhos são flexíveis e redondos, movendo-se facilmente através dos vasos sanguíneos, levando  oxigênio para todo o corpo. As pessoas que nascem com doença falciforme produzem uma hemoglobina diferente que, sob determinadas condições como infecções, febres, baixo teor de oxigênio e outras, faz com que as hemácias se deformem e fiquem com formato de “lua minguante ou meia lua” ou “foice”.  Neste formato os glóbulos vermelhos tornam-se rígidos e se rompem com facilidade causando uma anemia intensa,  as hemácias em formato de meia lua não rolam nos vasos sanguíneos como as células normais. Elas se prendem umas às outras interrompendo o fluxo sanguíneo das veias e capilares, causando prejuízos sistêmicos muito importantes.

Quando o sangue não chega aos tecidos, também não chegam nutrientes e oxigênio e isso tem consequências graves podendo levar ao colapso e morte celular. A DF é uma doença que afeta todos os órgãos do organismo e tem muitos sintomas,  incluindo anemia grave, crise falciforme acompanhada de muita dor, úlceras nas pernas, além de uma série de complicações sistêmicas, entre as quais síndrome torácica aguda, danos articulares, acidente vascular cerebral que pode levar a óbito,  entre outras.

Não desconsiderando as grandes conquistas para o diagnóstico, acompanhamento e tratamento da Doença Falciforme pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e a luta da Federação e Associações  por políticas públicas e direitos das pessoas com Doença Falciforme, temos ainda, muito o que conscientizar:

  • A Doença Falciforme  é uma doença socialmente invisível, muitos médicos especialistas sequer a conhecem;
  • A Doença Falciforme é uma doença que imprime suas maiores e piores consequências a uma população que é discriminada historicamente por causa da cor da pele;
  • A Doença Falciforme afeta um grande contingente de pessoas principalmente nas regiões sudeste, centro oeste e nordeste do país;
  • As pessoas  acometidas pela Doença Falciforme precisam lutar diariamente por  direitos, por respeito, por dignidade e acesso à promoção, prevenção e atenção à sua saúde;
  • A Doença Falciforme mata;
  • A Doença Falciforme não é uma doença rara.

Temos que conscientizar a própria população, portadora genética da doença falciforme, para que conheçam melhor a doença e observem todas as recomendações para  conviver com a doença, reconhecendo seu poder de causar dano, dor e morte, que ultrapassa o limite do fisiológico. A DF ceifa a vida cotidiana e emocional de suas famílias, deixando um rastro de dor e de perdas pelo caminho, aprofundando as já intensas dificuldades sociais e econômicas, causando prejuízos  na esfera escolar e no mundo do trabalho.

A ASTHA Cursos Especializados em Saúde apoia  o Teste do Pezinho, fundamental para o diagnóstico precoce da doença e a grande importância das organizações não governamentais pela luta dos direitos e pela visibilidade da Doença Falciforme. Neste momento, engaja-se à  luta por criação de Políticas Públicas que abracem as pessoas acometidas pela doença na sua integralidade e que tornem as suas vidas e a vida dos familiares, preenchidas de possibilidades de tratamento, dignificando o acesso e facilitando as suas existências. O curso Genética, Hereditariedade e Implicações Sociais das Doenças aborda com detalhes a doença falciforme.

Fonte: ASTHA Cursos Especializados em Saúde

09 de JUNHO – DIA DA IMUNIZAÇÃO

A ASTHA Cursos Especializados em Saúde oferece em seu portfólio, o Curso Presencial SALA DE VACINAS Enf. Gisele Cristina Tertuliano, por que entende a importância da Imunização em um população. Saiba mais sobre os objetivos da Imunização, no post abaixo:

O dia da Imunização, 09 de Junho,  visa promover o uso de vacinas para proteger pessoas de todas as idades contra doenças. A imunização salva milhões de vidas todos os anos e é amplamente reconhecida como uma das intervenções de saúde mais bem-sucedidas e econômicas do mundo. No entanto, o mundo está enfrentando uma corrente de informações que desincentiva a imunização.

Em 2017, o número de crianças imunizadas – 116,2 milhões – foi o maior já registrado. Desde 2010, 113 países introduziram novas vacinas e mais de 20 milhões de crianças adicionais foram vacinadas.

Mas, apesar dos ganhos, todos as metas para eliminação de doenças – incluindo sarampo, rubéola e tétano materno e neonatal – não foram atingidas, e nos últimos dois anos o mundo tem visto vários surtos de sarampo, difteria e várias outras doenças que são evitáveis por vacinação. Uma grande preocupação mundial, pois as crianças mais prejudicadas são aquelas que vivem em comunidades mais pobres, marginalizadas e que são afetadas por conflitos.

Para que todos, em todos os lugares, sobrevivam e prosperem, os países devem intensificar os esforços para garantir que todas as pessoas recebam os benefícios salvadores das vacinas. Além disso, os países que alcançaram ou fizeram progresso em direção às metas propostas pela Política de Imunização, devem trabalhar para manter o progresso que fizeram.

O principal objetivo do Dia da Imunização é aumentar a conscientização sobre a importância crítica da imunização completa ao longo da vida:

  • Demonstrar o valor das vacinas para a saúde das crianças, das comunidades e do mundo;
  • Destacar a necessidade de aproveitar o progresso da imunização ao mesmo tempo em que aborda as lacunas, inclusive por meio de aumento do investimento;
  • Mostrar como a imunização de rotina é a base para um Sistemas de Saúde forte e resiliente.

POR QUE A IMUNIZAÇÃO É IMPORTANTE? Expandir o acesso à imunização é vital para alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável de uma nação, a redução da pobreza e a atingir a cobertura universal de saúde. A imunização de rotina fornece um ponto de contato para os cuidados de saúde no início da vida e oferece a cada criança a chance de ter uma vida saudável desde os primórdios e até a velhice.

A imunização também é uma estratégia fundamental para alcançar outras prioridades de saúde, desde o controle da hepatite viral, até a redução da resistência antimicrobiana e a provisão de uma plataforma para a saúde do adolescente e melhoria dos cuidados pré-natais e do recém-nascido.

Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS)  https://www.who.int/campaigns/world-immunization-week/world-immunization-week-2019

Protocolo Brasileiro de Aromaterapia: Gestação, Parto e Puerpério

POR QUE OFERECER A AROMATERAPIA NO TRABALHO DE PARTO?

Com a implantação de Protocolos de Aromaterapia no trabalho de parto a tendência é aumentar a satisfação materna e o bem-estar do bebê. Saiba mais lendo o post abaixo:

Existem aspectos emocionais e culturais envolvidos no processo do parto e nascimento. Esta experiência, vivida por mulheres, deixa marcas muito fortes, positivas ou negativas, para das suas vidas, pois o período da gravidez e o momento do parto, em particular, é único na vida e carregado de fortes emoções, para todos os envolvidos: gestante, bebê e famílias.

A aromaterapia visa melhorar a experiência geral de parto das mulheres, aumentando a escolha e o empoderamento feminino,  promovendo a humanização do parto e reduzindo processos intervencionistas e tem o potencial de ser uma opção segura, eficaz e econômica para as mulheres, pois é uma opção integrativa e complementar para aliviar a dor e o desconforto no trabalho de parto e  auxiliar nos sintomas fisiológicos naturais que envolvem antes, durante e após o nascimento.

A Aromaterapia é uma ciência e uma arte que envolve a administração de óleos essenciais, substâncias concentradas extraídas de plantas, por seus efeitos terapêuticos no corpo, tanto físico como psicológico. É considerada uma forma integrativa e complementar à medicina convencional que funciona devido à combinação dos fatores: ação fisiológica dos constituintes químicos dos óleos essenciais, o método de administração e o efeito dos aromas no sistema límbico cerebral (alterando os estados emocionais de humor,  ansiedade,  estresse, outros).

Pesquisas inglesas sugerem que até 80% das mulheres grávidas se auto administram remédios naturais ou consultam terapeutas independentes para aliviar os desconfortos que sentem durante a gravidez, se preparar para o parto, aliviar a dor do parto e se adaptar à maternidade. As Parteiras e Doulas são cada vez mais solicitadas para acompanhamento e aconselhamento sobre estilo de vida, métodos mais naturais e harmônicos. Muitas maternidades estão agora buscando implementar terapias complementares, como a aromaterapia, hipnose e acupuntura, como um meio de retornar e facilitar à normalidade do parto.

Aromaterapia e massagem tem sido comprovadamente benéficas facilitando o parto normal e reduzindo a necessidade de intervenção farmacológica ou cirúrgica. Resultados de uma pesquisa na Inglaterra apontam para os seguintes resultados (Dhany et al., 2012):

  • A necessidade de uso de anestesia peridural foi significativamente menor para as mulheres que usaram aromaterapia.
  • A redução do uso de opioides sistêmicos  foi relacionada a utilização da aromaterapia pelas gestantes.
  • Diminuição de relatos de dor de cabeça, náusea, vômito ou erupção cutânea eritêmica leve pelas mulheres após o uso da aromaterapia.
  • Além disso, as mulheres expressaram sentimentos de fortalecimento da auto-estima ao usar aromaterapia.

O primeiro protocolo de Aromaterapia para ambiente hospitalar, clínico, ambulatorial e domiciliar do Brasil, desenvolvido pela Prof. Dr. Adriana Nunes Wolffenbüttel, está sendo disponibilizado no curso Implantação de um Protocolo Nacional de Aromaterapia: gestação, parto e puerpério da ASTHA.

FONTES:  Dhany et al., 2012; Burns et al., 2000. Allright e outros, 2003. William e outros, 2007; Babycentre.co.uk 2011; Bishop et al 2011; Hall et al 2011.

O que o Japão tem a nos ensinar?

O PROJETO TSURU é uma iniciativa da Associação Sul Brasileira de Bolsistas no Japão (ASBBJ) que tem por objetivo divulgar à Sociedade, através de vídeos curtos, a experiência de ex-bolsistas e conhecimentos adquiridos nos cursos de treinamento, concedidos pelo governo japonês.  Anualmente, a Japan International Cooperation Agency – JICA publica editais de seleção, em diversas áreas de atuação, para cursos no Japão. Ficou interessado? Nos acompanhe e conheça um pouco mais sobre este assunto.

O governo do Japão oferece anualmente, bolsas de treinamento no Japão para estudantes, técnicos e pesquisadores de países em desenvolvimento, em diversas áreas do conhecimento. Os bolsistas, ao retornarem ao seu local de origem, após o treinamento, são convidados a contribuir com as atividades das associações de ex-bolsistas em seu estado e em seu país.

 A ASBBJ atua no Rio Grande do Sul (RS) e Santa Catarina (SC) e congrega os ex-bolsistas de treinamentos no Japão oferecidos pela JICA.

O PROJETO TSURU – PALESTRAS ONLINE  se alia à tecnologia e traz à visibilidade algumas destas experiências. Ex-bolsistas falam sobre tópicos na sua área de estudos e conhecimentos adquiridos, mas também, e principalmente,  sobre como esta oportunidade  impactou suas vidas, como vivenciaram uma cultura distinta da cultura ocidental, onde aprenderam que a palavra chave que rege a vida na sociedade japonesa é  co-responsabilização. O que isso significa? O que o Japão tem a nos ensinar?

 Ana Stela Goldbeck é ex-bolsista  da JICA, por ter realizado um curso de treinamento no Japão e também vice presidente da ASBBJ, e responsável pela idealização do projeto e por sua implementação.

Fonte: ASTHA Cursos Especializados em Saúde

A Mulher e seus Direitos Reprodutivos. Por que isso Importa?

O Dia Internacional da Mulher é uma data muito significativa. Este dia expressa a voz uníssona de mulheres na luta por seus DIREITOS e no RECONHECIMENTO de suas realizações e de seu papel na Sociedade. Se você consegue ver a dimensão deste tema e como ele diz respeito verdadeiramente a todas as mulheres, você precisa seguir lendo este post. Vamos falar da mulher e dos direitos reprodutivos.

A mulher e seus direitos reprodutivos Por que isso importa?

O acesso a saúde e direitos sexuais e reprodutivos abrangentes é um direito humano básico.

Mulheres e meninas em todo o mundo, especialmente aquelas que vivem em situações econômicas desfavoráveis, enfrentam acesso restrito e muitas vezes nenhum acesso à informações e serviços sobre sua saúde e seus direitos reprodutivos. Algumas das barreiras à saúde e aos direitos sexuais e reprodutivos incluem discriminação, estigma, leis e políticas restritivas e tradições arraigadas.

Os Direitos Reprodutivos são direitos humanos fundamentais, reconhecidos juridicamente, que remetem ao exercício da sexualidade e da reprodução humana numa perspectiva de igualdade e equidade (justiça) nas relações e que devem estar refletidos em políticas públicas de promoção, efetivação e implementação desses direitos.

Este conceito não deve ficar limitado ao campo da saúde sexual e reprodutiva.  Direitos reprodutivos devem refletir aspectos de cidadania plena, direitos sociais e uma dimensão política que estabeleça a prerrogativa de autonomia e liberdade das mulheres nas esferas da sexualidade e reprodução.

A conquista destes direitos em nossa sociedade continua lento, apesar da evidência de que esses direitos podem ter um efeito transformador, não apenas em mulheres individualmente, mas em famílias, comunidades e economias nacionais. A fim de promover a igualdade, todos nós devemos nos comprometer – plena e ativamente – com a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos de todas as mulheres, meninas e pessoas transgênero.

Podemos relacionar alguns desses direitos:

  • Direito de decidir sobre a reprodução sem sofrer discriminação, coerção, violência ou restrição ao número de filhos e intervalo entre seus nascimentos;
  • Direito de ter acesso à informação e aos meios para o exercício saudável e seguro da reprodução e sexualidade;
  • Direito a ter controle sobre seu próprio corpo;
  • Direito de exercer sua sexualidade sem ser discriminada ou violentada.

É devido ao fato disso importar muito que trouxemos este tema neste post para o Dia Internacional da Mulher. A ASTHA Cursos acredita que o direito das mulheres à educação sobre sexualidade e reprodução, ao controle de seu próprio corpo e acesso aos serviços de saúde de que precisa – independentemente de sua sexualidade, moradia, rendimentos ou etnia – é um direito fundamental.

Acreditamos que todas as mulheres, meninas e pessoas LGBT+ têm o direito de viver sem medo de violência ou discriminação, e devem ser capazes de tomar decisões reprodutivas e sobre sua sexualidade. E o caminho para as conquistas destes direitos, onde não existam, é a informação e educação relacionadas aos temas mais sensíveis.

No catálogo de cursos da ASTHA Cursos Especializados em Saúde damos a oportunidade de conhecer e saber sobre genética e hereditariedade e sobre triagem neonatal “teste do pezinho” e também sobre aromaterapia segura na gestação.

A cultura do silêncio para as questões sexuais, relegadas à esfera privada, e a adoção de estigmas em relação a determinados grupos, geram os estereótipos a partir dos quais as normas são moldadas em relação ao feminino e ao masculino. Esses são alguns dos muitos fatores que vêm dificultando a afirmação dos direitos sexuais, de forma independente, e trazendo sérias e danosas consequências para o delineamento de políticas públicas relacionadas ao exercício da sexualidade.

Fonte: ASTHA Cursos Especializados em Saúde

Dia Mundial de Conscientização sobre Doenças Raras

Dia 28 de fevereiro é um dia mundialmente dedicado às Doenças Raras. Um dia que passou a ser reconhecido em no calendário mundial  em 2008 e no Brasil em 2010.

A conscientização sobre doenças raras é importante porque 1 em cada 20 pessoas viverá com uma doença rara em algum momento da vida. Apesar disso, não há cura para a maioria das doenças raras e muitas não são diagnosticadas.

O Dia das Doenças Raras melhora o conhecimento entre o público em geral sobre elas, ao mesmo tempo que incentiva os pesquisadores, gestores e políticos a abordarem e tomarem decisões sobre as necessidades das pessoas que vivem, e aquelas que convivem com doenças raras, que são seus familiares. 

Embora cada doença rara individual seja incomum, juntas elas afetam aproximadamente 13 milhões de brasileiros e 350 milhões de pessoas em todo o mundo.

Se todas as pessoas com uma doença rara vivessem em um país, este seria o terceiro país mais populoso do mundo, depois da China e da Índia. Este também seria um país muito jovem, pois cerca de 50% das pessoas com doenças raras são crianças. As doenças raras aparecem no começo da vida e infelizmente, 30% das crianças portadoras de alguma doença rara não vivem até o 5º aniversário.

Aproximadamente 80 % delas são de origem genética e muitos indivíduos com doenças raras passam por uma “odisseia diagnóstica”. As famílias passam anos visitando vários médicos. Os pacientes são observados, estimulados e estudados e muitas vezes recebem o diagnóstico errado, mais do que uma vez.

A falta de um diagnóstico atrasa o encontro do melhor caminho clínico, e também dificulta as respostas e as informações para a criança e sua família. Um dos caminhos para a detecção precoce de algumas doenças consideradas raras, como os Erros Inatos do Metabolismo (EIM), é o Teste do Pezinho.

Os EIM são doenças genéticas (hereditárias) consideradas raras.  Para uma compreensão rápida, nos EIM o corpo não consegue transformar adequadamente os alimentos ingeridos em energia. Os distúrbios geralmente são causados ​​por defeitos em proteínas específicas (enzimas) que ajudam a decompor (metabolizar) partes dos alimentos.

Defeitos no metabolismo podem causar uma ampla variedade de sintomas. Muitos erros inatos do metabolismo causam atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor (DNPM) ou outros problemas clínicos, se não forem controlados adequadamente e o tratamento iniciado muito precocemente. Iniciando o tratamento em tempo oportuno pode-se evitar  os prejuízos do curso natural da doença herdada.

Existem muitos tipos diferentes de erros inatos do metabolismo. Alguns deles são: a Fenilcetonúria (PKU), Fibrose Cística (FC) e Deficiência de Biotinidase (DB).

Você pode compreender mais sobre estas doenças no curso Genética, Hereditariedade e Implicações Sociais das Doenças da ASTHA Cursos Especializados em Saúde

Fonte: ASTHA Cursos Especializados em Saúde

 

Doulas e o Uso Terapêutico da Aromaterapia

 

A Aromaterapia visa melhorar a experiência global de parto, aumentando o potencial de escolha e o empoderamento da mulher neste momento especial na vida. A Aromaterapia é uma opção terapêutica segura e eficaz na atenuação de alguns desconfortos comuns na gravidez, bem como no alívio das dores durante o trabalho de parto.

Na atualidade, inclusive no Brasil, já existe uma preocupação profissional e na área da Enfermagem e Obstetrícia, da necessidade de reduzir intervenções obstétricas (cesáreas) e assim, minimizar a morbidade materna a longo prazo e reduzir os custos relacionados ao parto e nascimento.

A Aromaterapia e massagem provaram ser benéficas para facilitar o parto normal, reduzindo a necessidade de intervenção farmacológica ou cirúrgica. Alguns trabalhos internacionais* publicados mostram os seguintes resultados

  • O consumo de anestesia peridural foi significativamente menor para as mulheres que utilizaram aromaterapia no trabalho de parto e nascimento;
  • Houve redução do uso de opioides sistêmicos quando a aromaterapia foi usada;
  • Menos de 1% das mulheres relataram efeitos colaterais após o uso de aromaterapia. As sensibilidades relatadas foram cefaleia, náusea, vômito ou uma erupção eritêmica leve. Estes sintomas podem ter sido associados a aspectos fisiológicos naturais do trabalho de parto;
  • Além disso, as mulheres expressaram sentimentos de encorajamento e de apoio ao usar aromaterapia.

A ênfase da gravidez como um processo natural e na importância do papel de doulas e parteiras na promoção do cuidado holístico, já foi destacado no relatório Midwifery 2020, publicado em 2010. Neste movimento, a atuação de doulas passa a ser um importante diferencial.

O que significa doula? A palavra “doula” vem do grego “mulher que serve”. Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.

Antes do parto: a doula orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.

Durante o parto: a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..

Após o parto: a doula faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.

Treinamento e capacitação: para que doulas e parteiras usem a aromaterapia é necessário um treinamento apropriado fornecido por uma parteira aromaterapeuta.

O curso Aromaterapia Segura na Gestação da ASTHA Cursos Especializados em Saúde é um curso online no qual parteiras e doulas interessadas poderão conhecer os Protocolos Internacionais de Aromaterapia utilizados nos Estados Unidos e na Inglaterra no trabalho de parto, parto e nascimento,  que lhes permitará conhecer a prescrição, a dispensação e a administração segura de dezenove óleos essenciais recomendados pelo protocolo.

Fonte: * Burns et al, 2000. Allright e outros, 2003. William e outros, 2007

Introdução aos Óleos Essenciais e Aromaterapia

Você está procurando um conteúdo sério e confiável sobre óleos essenciais? Você gostaria de ouvir uma professora pós-doutora falando de Aromaterapia?

Sabemos que grande parte da informação disponível on-line sobre este assunto é contraditória e  muitas vezes, apresenta uma abordagem muito superficial.

Se você está querendo  aprender sobre os óleos essenciais com uma professora que é referência na área, este post vai te interessar.

O curso de Introdução aos Óleos Essenciais e Aromaterapia, ministrado por Prof. Dr. Adriana Nunes Wolffenbüttel, autora do primeiro livro de autor brasileiro sobre a base da química dos óleos essenciais e aromaterapia, vai preencher este vácuo de informações, nas quais você poderá realmente confiar.

O curso é oferecido pela plataforma de cursos online da  ASTHA Cursos Especializados em Saúde

Neste curso você será introduzido ao mundo químico das essências e vai aprender e entender, entre outros assuntos,  porque diversas espécies vegetais produzem seus óleos aromáticos. Este é um conhecimento, literalmente,  essencial para quem procura trabalhar ou usar a Aromaterapia. Nem todos os óleos essenciais extraídos das plantas tem potencial terapêutico, alguns inclusive não são seguros para uso em seres humanos.

Saber usar a aromaterapia é uma ciência, assim como também é uma ciência saber comprar um óleo essencial não adulterado e conhecer as propriedades que identifiquem a sua autenticidade.

Quais os caminhos químicos que levam os aromas ao Sistema Nervoso Central?

Qual a indicação ao uso veterinário de óleos essenciais?

Além disso você vai aprender que existem espécies vegetais que produzem variações naturais na química de seus óleos essenciais. Por exemplo, existem centenas de variedades de tomilho e cada uma delas oferece uma pequena variação em seus constituintes. Uma espécie pode ter mais timol que outra enquanto outra pode ser maior no linalol.

Os componentes químicos são a alma das essências. E variações na composição química dos óleos essenciais são denominadas como quimiotipos. Se você conhece uma planta que tem muitas variedades, que diferem ligeiramente em química, você também deve saber qual o quimiotipo do óleo essencial antes de consumi-lo ou comprá-lo.

Neste curso você conhecerá os quimiotipos dos principais óleos essenciais, as diluições adequadas para o uso seguro, as contraindicações e outras informações de segurança sobre o óleo essencial, antes de usá-lo.

Fonte: ASTHA Cursos Especializados em Saúde

ASTHA: uma ‘startup’ de cursos online na área de saúde

A área de saúde ganha uma nova startup voltada para disseminar o conhecimento com cursos online. A ASTHA – Cursos Especializados em Saúde começa a operar em Porto Alegre na capacitação, aperfeiçoamento e treinamento profissional com professores especialistas. A ideia é oferecer cursos com carga horária pequena, com preços atrativos e projeção de ganho em escala.

Os cursos têm valor que podem variar de R$ 80,00 a R$ 200,00 e ser pagos no site da empresa. Já foram investidos R$ 70 mil na criação da empresa, contratação de uma plataforma Learning Management System (LMS) para o ambiente virtual de ensino e aprendizagem (AVEA), nos canais de divulgação, equipamentos e espaço para gravação das videoaulas.

“A ASTHA iniciou como uma microempresa com cursos presenciais em genética e triagem neonatal (Teste do Pezinho), em 2009, dirigido a estudantes, acadêmicos e profissionais de Enfermagem. Mas o avanço da tecnologia em educação e a proliferação de canais de comunicação permitiu que essa iniciativa mudasse de rumo e se transformasse em uma startup qualificada de educação a distância”, comenta Claus Reuwsaat, diretor administrativo da ASTHA.

Conforme Ana Stela Goldbeck, professora e diretora da ASTHA, o projeto inovador também foi uma incubadora na produção de uma nova experiência como docente. “O aluno online quer informação rápida, concisa e direta, isso muda o paradigma do professor de ensino presencial”, acentua Ana Stela, que de 2012 a 2015 atuou como coordenadora técnica do Programa Nacional de Triagem Neonatal do Ministério da Saúde.

Além do curso Fundamentos Gerenciais em Triagem Neonatal com seis horas/aula, a startup também está oferecendo o ensinamento da Coleta do Teste do Pezinho, com oito horas/aula, o curso Genética, Hereditariedade e Implicações Sociais das Doenças Rastreadas, com seis horas/aula e Aromaterapia Segura na Gestação, com quatro horas/aula.

A ASTHA pretende focar ainda na expansão dos conteúdos oferecidos, pois existe a necessidade dos gestores públicos atuais, de qualquer estado brasileiro, em aperfeiçoar seu quadro de servidores na área de saúde. Para Ana Stela, a startup se propõe a ampliar o acesso ao conhecimento e também colaborar para aprimorar a qualificação profissional já existente. “Buscamos facilitadores com notório reconhecimento profissional para nosso banco de professores. A projeção é chegar ao final do ano com cinco novos cursos oferecidos. Estados do Norte do país já nos procuraram para contratar os cursos existentes para qualificar os profissionais da rede de atenção básica em saúde”, comenta.

Fonte: https://agoranors.com/noticia/economia/acao-empresarial/2018/10/startup-oferece-cursos-online-na-area-de-saude-91532.html

 

AMAMENTAÇÃO: O PAPEL DE RECÉM-PAPAI NESTE CONTEXTO

Identificar as percepções dos papais sobre seu papel no contexto da amamentação permite identificar variações no papel do pai durante este período no contexto familiar: pais devem agir como parceiros na tomada de decisões e devem ser responsáveis pelo funcionamento da família, fornecendo apoio emocional à mamãe. Essas variantes envolvem desafios e tarefas no período pós-parto por parte dos homens, que precisam atuar ativamente junto com a mãe neste momento importante da vida do filho e da própria construção da ideia de maternidade e paternidade contemporâneas.

Quando os homens, recém-pais, querem efetivamente participar desta construção, geralmente percebem que seu papel é bem mais complexo do que o papel limitado de facilitador da amamentação, que na maioria das vezes é atribuído a eles.

Os ‘novos’ pais veem-se como partes interessadas na tomada de decisões relativas à forma como seu filho é alimentado e reagem ao desequilíbrio criado na tarefa da amamentação, ou seja, lidar com a atenção exclusiva que o bebê reserva à nutriz (aquela que nutre/mãe).

O envolvimento dos papais nesta etapa da vida, deve acontecer em vários níveis: com o filho, com o cônjuge e com a família de ambos. Cinco dicas para ser o ‘paizão’ que o mundo atual espera do homem, nesta etapa importante da vida de todos:

  • Os papais devem atuar como partes interessadas nas decisões relativas à amamentação;
  • Os papais devem ficar atentos às necessidades da mamãe e saber como facilitar a amamentação;
  • Os papais têm que tomar iniciativas para desenvolver um relacionamento próximo com seus filhos;
  • Os papais devem expressar apoio emocional à mamãe através de sua presença ou ações.
  • Os papais desenvolvendo um papel ativo na gestação, parto, pós-parto, amamentação e em todas as etapas do desenvolvimento do filho, asseguram ao casal, uma existência compartilhada em direitos e deveres que compõe a paternidade e a maternidade em seu sentido pleno.

Profissionais de saúde, como parteiras, enfermeiras e médicos devem estar na linha de frente no apoio aos papais na gestão desses vários papeis e os desafios que eles implicam.

Fonte: Montigny, Francine et al. The role of fathers during breastfeeding. Midwifery,Volume 58 , 6 – 12.