Educação a Distância (EAD): as Instituições de Ensino tradicionais começam a ir por este caminho.

Não há praticamente nenhum elemento do ensino presencial que a gente não consiga reproduzir com boa qualidade no ensino a distância. Todos os elementos de interação e um bom conteúdo a gente consegue reproduzir por meio da experiência online” – afirma Wilson Marchionati, coordenador acadêmico da pós-graduação em Finanças, Investimentos e Banking da PUCRS, curso oferecido a distância.

O Diretor acadêmico de EAD da Universidade Estácio de Sá, criada no Rio de Janeiro, Flávio Murilo de Oliveira Gouvêa, garante que não há distinção no mercado de trabalho dos alunos que se formam em cursos a distância: “Nós não enxergamos nenhum tipo de diferença sobre a intenção do empregador em acolher um aluno, seja ele oriundo do ensino presencial ou do ensino a distância”.

O secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Henrique Sartori, defende mudanças implementadas pela pasta no último ano para facilitar a abertura de cursos a distância. Segundo ele, a modalidade permite a democratização do acesso à educação superior garantindo oportunidades a estudantes que não têm condições de ingressar no modelo tradicional, seja por falta de tempo, ou por dificuldades financeiras em arcar com os custos das graduações nas instituições privadas.

Ler a matéria na íntegra em:  https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao-e-emprego/noticia/2018/04/enquanto-salas-de-aula-estao-mais-vazias-nas-universidades-ensino-a-distancia-cresce-no-pais-cjfv9y7ao01gj01tggl4qa1ho.html

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