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Imunização em Tempos de Pandemia

A imunização é o processo pelo qual uma pessoa é imune ou resistente a uma doença infecciosa, tipicamente pela administração de uma vacina. As vacinas estimulam o próprio sistema imunológico do corpo para proteger a pessoa contra infecções ou doenças subsequentes. A imunização previne doenças, deficiências e óbitos por doenças preveníveis por vacinas (VPDs), como câncer de colo do útero, difteria, hepatite B, sarampo, caxumba, coqueluche, pneumonia, poliomielite, doenças diarreicas por rotavírus, rubéola e tétano. Sabendo da importância da Imunização das pessoas e principalmente agora em tempo de pandemia,  a ASTHA Cursos Especializados em Saúde  está lançando o curso ONLINE  Curso Básico em Sala de Vacinas, onde um dos módulos apresenta a vacinação na pandemia.

Após a declaração da pandemia de COVID-19 em 11 de março de 2020, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) recomendou a manutenção da vacinação no contexto da pandemia, além de outros serviços de saúde essenciais.

Importância de manter a confiança da população nos serviços de vacinação: independente do cenário, uma estratégia de comunicação personalizada deve ser implementada para divulgar informações sobre saúde precisas, abordar questões da comunidade, melhorar os vínculos com a comunidade, e promover o uso contínuo dos serviços de imunização.

Atualização sobre o uso de máscaras: o uso de máscaras cirúrgicas pela equipe de imunização (nas unidades de saúde, postos móveis ou brigadas comunitárias). Deve ser determinado por cada país/estado/município, com base em critérios estabelecidos pela OMS (propósito do uso da máscara, risco de exposição ao SARS-CoV-2, vulnerabilidade, características da comunidade, viabilidade e tipo de máscara) deve seguir as recomendações sobre como colocar, retirar e descartar as máscaras. Deve-se sempre dar prioridade de uso de máscaras cirúrgicas à equipe de saúde responsável pelo cuidado de pacientes com COVID-19 (suspeitos ou confirmados).

Importância da vacinação contra hepatite B durante as primeiras 24 horas de vida: considerando que os partos institucionais serão mantidos, a vacinação dos recém-nascidos deve continuar sendo a prioridade em todos os cenários. É especialmente importante vacinar contra hepatite B durante as primeiras 24 horas de vida para reduzir o risco de transmissão vertical.

Registro periódico e sistemático da população com vacinação pendente: é importante manter um registro periódico e sistemático da população que estão ficando com vacinação pendente, incluindo recém-nascidos que ainda não receberam as doses correspondentes, com o objetivo de planejar como completar os esquemas assim que a situação permitir.

Referência: Boletim de Imunização Organização Pan-Americana da Saúde, 2020. Volume XLII Número 2 • Junho 2020

Acesse: Curso Básico em Sala de Vacinas ONLINE com Prof. Enf. Gisele Cristina Tertuliano www.astha.com.br

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