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O papel do ator comunitário nas ações de vacinação

Neste texto, vamos falar sobre a importância do ator comunitário nas ações de vacinação da população.  Lembramos que o Curso Básico em Sala de Vacinas está ativo e totalmente ONLINE. Um oportunidade para profissionais de Enfermagem se aperfeiçoarem no tema e adquirir o Certificado de 40 h. Acesse nosso site ou as  redes sociais para obter maiores informações.

O conceito de rede social é estratégico para se pensar a formação de uma rede de vigilância em saúde auxiliar do SUS, que é definida, até o momento, como um sistema complexo formado pela articulação institucional de ações envolvendo, ao mesmo tempo, governo, comunidades, organizações civis em instituições científicas. (CÔRTES, 2009).

A constituição da rede sócio humana, que é caracterizada como uma articulação pré-política composta por famílias, vizinhanças e amigos, e que interagem e se socializam com o aparelho estatal exemplificado por escolas, unidades de saúde centros comunitários, ou seja, o ator comunitário (MARTINS, FONTES,2006).

A participação da comunidade não pode ser passiva. Na existência da passividade, o indivíduo e sua coletividade estão impedidos de prevenir e promover a própria saúde. O objetivo do programa de imunização e qualquer outro programa é ampliar a capacidade de autonomia das pessoas. (CECÍLIO; MATSUMOTO, 2006 apud PINHEIRO.)

Na perspectiva das ações de vacinação, a autonomia do indivíduo é fundamental para a proteção da saúde, para a manutenção da vida, tanto para si, como para seus dependentes familiares.

A vacinação é uma medida de cuidado individual e coletivo e desta forma é um assunto que diz respeito a todos nós: instituições, profissionais e  população.

Saiba mais sobre o papel das Redes de Vigilância em Saúde no livro; Redes de Vigilância em Saúde: uma abordagem para as ações de imunização.

Referências:

CECILIO, Luiz Carlos de Oliveira; MATSUMOTO, Norma Fumie. Uma Taxonomia Operacional de Necessidades de Saúde. PINHEIRO, Roseni; FERLA, Alcindo Antônio; MATOS, Ruben Araújo (org.). In: Gestão em Redes: tecendo os fios da integralidade em saúde. Rio de Janeiro. Anais… Rio de Janeiro: EDUCS: IMS/ UERJ: CEPESQ, 2006.

CÔRTES, Soraya Vargas. Participação e Saúde no Brasil. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2009.

MARTINS, Paulo Henrique; FONTES, Breno. Redes, Práticas Associativas e Gestão Pública. Recife: UFPE, 2006.

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