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Segurança do Paciente em Sala de Vacina: prevenção de quedas

Hoje o Blog da ASTHA Cursos Especializados em Saúde vai continuar abordando a Segurança do Paciente em Sala de Vacinação. Nesta semana, o tema é a prevenção de quedas em sala de vacinação. Lembrando que o curso ONLINE Sala de Vacinas está ativo para profissionais de Enfermagem, acadêmicos e estudantes, para o aperfeiçoamento e obtenção do Certificado 40 h.a em Sala de Vacinação.

Em 2005, a Organização Mundial da Saúde (OMS), lançou o programa Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, com diretrizes e estratégias para incentivar e divulgar práticas e definir o desenvolvimento de pesquisas baseadas em evidências científicas com melhores práticas voltadas à segurança do paciente.

Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações o artigo Reações psicogênicas vacinais. Reação de estresse relacionada à imunização, cujos autores são Jose Gallucci-Neto e Renato Luiz Marchetti é importante observar alguns aspectos:

Resposta aguda ao estresse

“É a reação de luta ou fuga primitiva do nosso sistema nervoso central quando exposto a uma ameaça, como, por exemplo, vacinação, agulha, efeitos colaterais imaginados da imunização. Clinicamente, se apresenta com sensação de medo, pavor, vontade de fugir, hiperventilação, taquicardia, náuseas e vômitos, formigamento de extremidades e sensação de desmaio, podendo evoluir para síncope vasovagal.”

Reação vasovagal

“Refere-se a uma resposta parassimpática aguda, caracterizada por perda de tônus vasogênico, queda na frequência cardíaca e na pressão arterial − que podem evoluir para tontura, escurecimento visual e síncope. Esta reação é induzida por resposta psicológica de medo, ansiedade extrema, fobia de agulhas e de sangue.’

Segundo o Ministério da Saúde, a síncope mais frequente em adolescentes e adultos jovens é a Síncope Vasovagal. Este quadro clínico não é atribuído exclusivamente às vacinas, já que pode ser observado na administração de outros medicamentos injetáveis. Assim, é seguro que a vacinação seja aplicada de forma que os indivíduos  a serem vacinados,  estejam sentados. e permanecerem observação por 15 a 30 minutos.

O ato de vacinar com a garantia que o profissional realizou uma comunicação efetiva com o usuário, é o quarto passo para a vacinação segura.

Fonte: Gisele Cristina Tertuliano, Enfermeira e Cientista Social. Mestre e Doutoranda em Saúde Coletiva.

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