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Segurança do Paciente em Sala de Vacinas

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Em 2005, a Organização Mundial da Saúde (OMS), lançou o programa Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, com diretrizes e estratégias para incentivar e divulgar práticas e definir o desenvolvimento de pesquisas baseadas em evidências científicas com melhores práticas voltadas à segurança do paciente em sala de vacinação. Abordaremos semanalmente todos os princípios básicos para a segurança do paciente em sala de vacina. Iniciando pela identificação do paciente:

A identificação do usuário é prática indispensável para garantir a segurança do paciente em qualquer ambiente de cuidado à saúde. Este procedimento inclui a prevenção na troca de fichas e o chamamento por extenso do nome de cada usuário antes da vacinação para certificação de que é mesmo aquela pessoa que deve ser vacinada.

No acolhimento do usuário na sala de vacina, é importante garantir que a pessoa apresente o cartão de vacinas para a identificação do histórico de vacinação, com documento com foto e CPF (Cadastro de Pessoa Física). Para os recém-nascidos é obrigatório o registro de nascimento.

É importante considerar também o cumprimento do Decreto 8.727, de 28 de abril de 2016, que torna obrigatório o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de pessoas travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, para a garantia do acesso e equânime à população LGBTQI+ nos serviços de vacinação.

Sobre a população em situação de rua, é garantido o atendimento nos serviços de saúde conforme o Decreto nº 7.053 de 23 de dezembro de 2009.

O ato de vacinar com a garantia que o indivíduo foi corretamente identificado, é o primeiro passo para a vacinação segura.

Fonte: Gisele Cristina Tertuliano, Enfermeira e Cientista Social. Mestre e Doutoranda em Saúde Coletiva.

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