Você sabe a importância da glândula tireoide em nossas vidas?

Hoje é o Dia Internacional da Tireoide (25/05). Você sabe a importância desta glândula na regulação fisiológica de nossas vidas? Com forma bem parecida com a de uma borboleta, a glândula tireoide é localizada na parte anterior do pescoço, logo abaixo do Pomo de Adão. Reguladora da função de importantes órgãos como o coração, o cérebro, o fígado e os rins, ela produz os hormônios T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina).

Nos recém-nascidos:  Hipotireoidismo Congênito ocorre quando o recém-nascido nasce sem a glândula ou quando ela não estiver apta a produzir seus hormônios, que são fundamentais para o desenvolvimento físico e neurológico do bebê. Para detectá-lo, é realizado o chamado ‘Teste do Pezinho’, que deve ser feito, preferencialmente, entre o terceiro e quinto dia (3º ao 5º) de vida do bebê.

Nas pessoas em outras etapas da vida: as disfunções na glândula tireoide podem acontecer em qualquer etapa da vida e são simples de  diagnosticar:

  • A tireoide atua no crescimento e desenvolvimento de crianças e adolescentes, no peso, na memória, na regulação dos ciclos menstruais, na fertilidade, na concentração, no humor e no controle emocional.
  • Quando ocorre o hipotireoidismo, o coração bate mais devagar, o intestino não funciona corretamente e o crescimento pode ficar comprometido. Diminuição da memória, cansaço excessivo, dores musculares e articulares, sonolência, aumento dos níveis de colesterol no sangue e depressão também são sintomas de hipotireoidismo.
  • No caso de hipertireoidismo, que geralmente causa emagrecimento, o coração dispara, o intestino solta, a pessoa fica agitada, fala demais, gesticula muito, dorme pouco, sente-se com muita energia, embora também esteja cansada.
  • O reconhecimento de um nódulo na tireoide pode salvar uma vida. Por isso, a palpação da glândula é de fundamental importância. Se identificado o nódulo, o endocrinologista deve solicitar uma série de exames complementares para confirmar ou descartar a presença de câncer.

Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia https://www.endocrino.org.br

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